Com mais de 1,8 mil equipamentos em operação, atualmente quatro trechos da obra estão em atividade 24 horas por dia, conforme o Ministério da Integração Nacional. Dos mais de seis mil trabalhadores contratados, cerca de 5.600 atuam diretamente ligados à construção de canais, túneis, barragens e das vilas produtivas rurais. Outros 600 profissionais estão na supervisão, fiscalização e gestão das obras civis, eletromecânicas e ações ambientais do empreendimento.
De acordo com o ministério, a transposição irá recuperar 21 açudes e construir outros 26 reservatórios, que funcionarão como pulmões de água para os sistemas de abastecimento do agreste, fornecendo 6 metros cúbicos por segundo (m³/s). A estrutura beneficiará cerca de 12 milhões de pessoas no semiárido nordestino, abrangendo 21 municípios: 11 em Pernambuco, cinco no Ceará e os outros cinco na Paraíba.
Para a construção, o ministério administra 43 contratos, que envolvem 80 empresas. A obra está dividida em dois eixos. Um é o Norte, que beneficiará os estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Pernambuco O outro eixo é o Leste, que vai contemplar pernambucanos e paraibanos. A transposição levará água para quase 400 cidades nordestinas. (247)
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