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A decisão foi dada em um recurso interposto pela União contra uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que reconheceu o direito de indenização de aprovados em concurso. O TRF-1 tinha determinado que o valor seria equivalente ao que as pessoas acumulariam no cargo, desde a data em que deveriam ter sido nomeadas até a posse efetiva.
Mas seriam descontados rendimentos eventualmente recebidos, durante o período, em razão do exercício de outro cargo público “inacumulável” ou de atividade privada. No recurso que fez, a União alegou que haveria “enriquecimento sem causa”, porque os candidatos aprovados deveriam trabalhar para receber o salário.
O recurso foi indeferido e a determinação do direito de indenização foi unânime entre os ministros. O relator do caso, ministro Marco Aurélio, disse que a situação jurídica discutida nesse processo pode repercutir em vários casos. Todo mundo de olho, então. As informações são do Diario de Pernambuco.
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