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Foto: Arquivo/JC Imagem
Bruna Serra
Do JC Online
Doze dias depois de anunciada formalmente a saída do PSB do governo Dilma Rousseff (PT), o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, finalmente estará com a presidente Dilma Rousseff hoje para fazer a entrega do cargo e iniciar a transição.
Depois de levantar especulações se deixaria o PSB e permanecer no cargo, Bezerra Coelho começa sua despedida. Diante de Dilma Rousseff, ele agradecerá a oportunidade de ter exercido a função de ministro. A expectativa, entretanto, é se será confirmada a versão de que a presidente quer um encontro com o governador Eduardo Campos antes da saída definitiva do PSB do governo.
Sabe-se nos bastidores que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – articulado político da candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff – alimenta esperanças de reverter a postulação de Eduardo Campos à Presidência.
Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Lula reconheceu que a saída do PSB do governo foi motivada por inabilidade da presidente em dialogar com os aliados.
Do JC Online
Doze dias depois de anunciada formalmente a saída do PSB do governo Dilma Rousseff (PT), o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, finalmente estará com a presidente Dilma Rousseff hoje para fazer a entrega do cargo e iniciar a transição.
Depois de levantar especulações se deixaria o PSB e permanecer no cargo, Bezerra Coelho começa sua despedida. Diante de Dilma Rousseff, ele agradecerá a oportunidade de ter exercido a função de ministro. A expectativa, entretanto, é se será confirmada a versão de que a presidente quer um encontro com o governador Eduardo Campos antes da saída definitiva do PSB do governo.
Sabe-se nos bastidores que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – articulado político da candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff – alimenta esperanças de reverter a postulação de Eduardo Campos à Presidência.
Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Lula reconheceu que a saída do PSB do governo foi motivada por inabilidade da presidente em dialogar com os aliados.
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